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  <title>DSpace Coleção: Descrição curta de Teses</title>
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  <subtitle>Descrição curta de Teses</subtitle>
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  <updated>2025-12-30T00:21:10Z</updated>
  <dc:date>2025-12-30T00:21:10Z</dc:date>
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    <title>Sustentabilidade ecológica, econômica e social da Fazenda Tamanduá com a agricultura biodinâmica, Santa Terezinha-PB</title>
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      <name>Silva, Ary Vieira da</name>
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    <updated>2024-04-12T14:20:37Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sustentabilidade ecológica, econômica e social da Fazenda Tamanduá com a agricultura biodinâmica, Santa Terezinha-PB
Autor(es): Silva, Ary Vieira da
Resumo: A destruição do meio ambiente, causada pelo uso de fertilizantes sintéticos e controle químico das pragas agrícolas com o objetivo de se produzir alimentos em alta escala, provocou, nos últimos 100 anos, solos degradados, alimentos contaminados e seres humanos doentes pelo consumo dos produtos contaminados. Por isso, cresceu acentuadamente nos últimos anos, a preocupação com a preservação e conservação ambiental, buscando-se a produção de alimentos de forma sustentável. Nessa busca, surgem várias correntes do pensar ecológico, dentre elas a Agricultura Biodinâmica. O ponto central da agricultura biodinâmica é o ser humano e o seu fundamento principal é a integração de todos os elementos ambientais agrícolas para que o organismo agrícola tenha uma fertilidade permanente, trazendo com isto a saúde do solo, das plantas, dos animais e dos seres humanos. A corrente biodinâmica da agricultura teve seu início num ciclo de oito palestras feitas na década de 1920, na Polônia, pelo filósofo Rudolf Steiner e preconiza a prática de uma agricultura sustentável. A sustentabilidade tem ganhado importância cada vez maior na sociedade, levando cadeias agroindustriais a buscar processos e estratégias de gerenciamento que equilibrem fatores ecológicos, econômicos e sociais. A presente pesquisa teve como objetivo principal diagnosticar o nível de sustentabilidade da agricultura biodinâmica da Fazenda Tamanduá, localizada no município de Santa Teresinha, Estado da Paraíba, utilizando-se uma metodologia de análise através da seleção de indicadores de qualidade ecológica, econômica e social. A Agenda 21 Global, em seu Capítulo 40, sugere o uso de indicadores que considerem a avaliação de diferentes parâmetros setoriais, para então, ter uma base sólida para a tomada de decisões, contribuindo para uma sustentabilidade autorregulada dos sistemas integrados de meio ambiente e desenvolvimento. Assim, o processo de desenvolvimento da pesquisa envolveu: a contextualização do desenvolvimento sustentável e da sustentabilidade aplicada à agricultura; a abordagem conceitual e tipológica de indicadores, assim como as iniciativas e os sistemas; os modelos de indicadores de sustentabilidade ambiental, levantados e obtidos a partir do estudo de caso na Fazenda Tamanduá; o processo de seleção e definição de indicadores de sustentabilidade, por meio da abordagem participativa dos colaboradores da Fazenda e a proposição do modelo DSR (Drivers–State–Response) ou Modelo Força Motriz- Estado-Resposta, desenvolvido pela Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), que integra as dimensões ecológica, econômica e social da sustentabilidade, configurando-o como um instrumento metodológico prático, útil e exequível para subsidiar o processo de desenvolvimento, gestão e monitoramento da agricultura biodinâmica na unidade produtiva, consonante com os princípios de sustentabilidade. Por fim, são apresentadas as conclusões e algumas recomendações identificadas e adquiridas pelas experiências vivenciadas no decorrer da pesquisa.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ICMS-ecológico um instrumento econômico de apoio à sustentabilidade</title>
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      <name>João, Cristina Gerber</name>
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    <updated>2024-04-12T14:16:23Z</updated>
    <published>2004-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: ICMS-ecológico um instrumento econômico de apoio à sustentabilidade
Autor(es): João, Cristina Gerber
Resumo: A expansão populacional, aliada ao atual modelo de desenvolvimento, é considerada uma das principais causas da crescente pressão que a sociedade exerce sobre os recursos naturais. Buscando garantir a proteção de importantes funções ambientais, essenciais à manutenção da vida na Terra, a humanidade tem criado espaços especialmente protegidos: as unidades de conservação. Elas são vitais para a nossa sustentabilidade, mas impedem que municipalidades gerem recursos fiscais para a sua sobrevivência. Este aspecto dicotômico influencia na forma como a sociedade encara tais unidades; em muitos casos observa-se um estado de hostilidade, entre os dois entes. Para contornar este obstáculo foi proposto um pagamento por serviços ambientais – PSAs - , o ICMS-ECOLÓGICO. O presente trabalho tem por objetivo estabelecer o impacto gerado pela inserção do critério ecológico na consolidação do índice de rateio de ICMS para os municípios que possuem unidades de conservação em seus territórios, com vistas a compensá-los dos prejuízos fiscais derivados da observância da lei de preservação ambiental. Para tal, foi concebida a Avaliação de Sustentabilidade de Unidades de Conservação – Asuc -, que busca avaliar a sustentabilidade de uma UC, com base no bemestar de seus ecossistemas e da sociedade que com ela mantém uma interface. A pesquisa constitui um estudo multicaso, com aplicação em oito municipalidades constituintes do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Os resultados poderão servir como base para determinar a cota-parte de ICMS dos municípios. A avaliação se deu sob a ótica de três cenários diferentes. Estes resultados atenderam aos objetivos da pesquisa e reforçaram o entendimento de que as unidades de conservação fornecem à sociedade serviços ambientais difusos, ficando demonstrado que a inserção destes serviços nas contas das municipalidades aumenta seu volume de receita tributária.</summary>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A biodiversidade fortalece os serviços ecossistêmicos e permite o crescimento econômico sustentável</title>
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      <name>Reale, Ricardo</name>
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    <updated>2024-04-12T14:13:06Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A biodiversidade fortalece os serviços ecossistêmicos e permite o crescimento econômico sustentável
Autor(es): Reale, Ricardo
Resumo: As populações humanas obtêm benefícios dos ecossistemas íntegros, através dos serviços ecossistêmicos. No entanto, o consumo acelerado e insustentável dos recursos naturais gera degradação ambiental, reduz a biodiversidade e compromete as capacidades de resiliência e resistência dos ecossistemas às adversidades climáticas. Todavia, é crescente o número de organizações que se adequam aos preceitos da sustentabilidade, seja por requisitos dos mercados acionários, seja por requisitos das certificações ambientais. Porém, pouco se discute se esse alinhamento à sustentabilidade é suficiente para repor o estoque de serviços ecossistêmicos consumidos. Desta forma, investigamos a hipótese de que o aumento do número de empreendimentos considerados sustentáveis não contribui para a preservação e recuperação dos serviços ecossistêmicos na mesma velocidade em que são consumidos. Para tanto, o projeto foi dividido em duas grandes fases. Durante a primeira fase, analisamos o histórico de desempenho dos sistemas de gestão ambiental de um grupo de empresas com práticas sustentáveis reconhecidas pelo mercado acionário brasileiro. Embora os empreendimentos analisados já venham desenvolvendo atividades visando minimizar os impactos negativos ao meio ambiente, além de desenvolverem diversas Ações para a Consevação da Biodiversidade (ACB), como a criação de 1.360 Km2 de áreas naturais protegidas, demonstramos que as práticas realizadas são insuficientes para a reposição dos serviços ecossistêmicos explorados por essas organizações. Concluímos a primeira fase indicando que as ACB deveriam ser inseridas no centro de tomadas de decisões do tripé da sustentabilidade para interromper o "paradoxo de Jevons" de maneira a reestabelecer os serviços ecossistêmicos consumidos e, por tanto, atender aos preceitos originais da sustentabilidade. Sendo assim, é necessário desenvolver ações que estimulem a geração de serviços ecossistêmicos na mesma velocidade de consumo atual e futuro dessas corporações. Desse modo, na segunda fase do projeto, investigamos a dinâmica do Armazenamento Terrestre de Água (do inglês Terrestrial Water Storage TWS) com a cobertura de vegetação nativa das regiões tropical e subtropical da América do Sul. Demonstramos que quanto maior a taxa de cobertura de vegetação nativa, maior é o TWS, independentemente das tendências de precipitação e temperatura. Ou seja, regiões com maior cobertura de vegetação nativa possuem maior capacidade de reter água e manter a velocidade do ciclo hidrológico do que regiões que perderam a maior parte da cobertura original. Nossos resultados indicaram que a cobertura de vegetação nativa é o principal componente para a previsão das tendências de TWS, independentemente das tendências regionais de precipitação e temperatura. Por fim, foi possível estimar a quantidade de água que as áreas naturais fornecem ao longo de uma década para qualquer bioma tropical e subtropical sul-americano. Estimamos que cada 1 Km2 de cobertura de vegetação nativa, nas diferentes regiões, contribui para um TWS entre 0.201x10-3 Km3 a 0.307x10-3 Km3 ao longo de dez anos. Desse modo, o total de áreas protegidas criadas pelos empreendimentos aqui avaliados (1.360 Km2), contribuem com apenas entre 18% a 27% do total de água consumido por essas empresas ao longo de uma década. Por fim, projetos de governança poderiam propor o desenvolvimento de consórcios conservacionistas para estimular os resultados positivos nos ecossistemas anteriormente ao crescimento econômico, como escudo para evitar danos ambientais e perpetuar os serviços ecossistêmicos tão necessários a toda vida no planeta. Dessa forma, os serviços ecossistêmicos poderiam ser utilizados como novo lastro para crescimento econômico sustentado através das ações para a conservação da biodiversidade.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sustentabilidade e valoração de serviços ecossistemicos no espaço rural do municipio de Araras, SP</title>
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      <name>Tôsto, Sergio Gomes</name>
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    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/114</id>
    <updated>2024-04-12T14:09:56Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sustentabilidade e valoração de serviços ecossistemicos no espaço rural do municipio de Araras, SP
Autor(es): Tôsto, Sergio Gomes
Resumo: A população do planeta é totalmente dependente dos seus ecossistemas e dos serviços que eles oferecem e a capacidade do planeta para suportar a sua diversidade de espécies, incluindo a humana, é grande, mas essencialmente limitada. A questão ambiental freqüentemente tem sido discutida sob uma estratégia baseada no conceito de serviços ecossistêmicos e a valoração dos serviços ecossistêmicos deve ser vista como uma ferramenta imprescindível na organização das informações visando tanto o processo direto de tomada de decisão quanto o fornecimento de subsídios na formulação de políticas públicas que contribuem para a gestão sustentável dos recursos ambientais. Esta tese foi desenvolvida no município de Araras, SP com forte tradição de exploração agropecuária. No município a utilização quase que predominante de uso intensivo de insumos e uma ampla mecanização agrícola bem como desmatamento excessivo já apontam para a presença de sérios problemas ambientais, onde este cenário pode representar uma situação de insustentabilidade ambiental e colocar em risco a oferta de serviços ecossistêmicos. Diante deste quadro esta tese pretende responder as seguintes questões: (i) A ocupação das terras do município de Araras é efetuada de forma sustentável? Qual o efeito ou impacto da ocupação das terras nos serviços ecossistêmicos e o correspondente valor econômico no município de Araras?. Metodologicamente utilizou-se o conceito de escala sustentável preconizado pela Economia Ecológica, estabelecendo-se a capacidade de uso das terras do município e definiu-se um Índice de Sustentabilidade Ambiental com o auxílio da MCDAC - Método Multicritério de Apoio à Decisão Construtivista utilizando-se o software MMacbeth. Utilizou-se também métodos de valoração da Economia Ambiental para quantificar e valorar os serviços ecossistêmicos das matas ciliares; seqüestro de carbono pelo solo, pelas raízes e fitomassa; perda de água superficial por escoamento e serviços ecossistêmicos de provisão (produção). Formam estabelecidos três cenários definidos como (i) uso atual das terras; (ii) uso atual das terras com recuperação das APP’s – Áreas de Proteção Permanente e (iii) uso das terras em conformidade com a capacidade de uso e recuperação das APP’s e Reserva legal. Para cada atividade foi definido um índice de sustentabilidade e com base neste foi definido um índice de sustentabilidade para os três cenários. Os resultados apontam uma melhora no índices de sustentabilidade dos cenários a medida que se caminha do cenário um para o cenário três. Economicamente também há um aumento no valor dos serviços ecossistêmicos com exceção do cenário três devido a uma grande perda de serviços ecossistêmicos de provisão. Concluindo este trabalho mostra que embora os serviços ecossistêmicos tenham sidos quantificados de uma forma reducionista fica evidente a importância de se considerá-los na formulação de políticas públicas ambientais.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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