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  <title>DSpace Coleção: Descrição curta de Dissertações</title>
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  <subtitle>Descrição curta de Dissertações</subtitle>
  <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/4</id>
  <updated>2026-01-02T05:40:47Z</updated>
  <dc:date>2026-01-02T05:40:47Z</dc:date>
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    <title>Sustentabilidade educação ambiental: processos culturais em comunidade</title>
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      <name>Rodrigues, Fernanda Freitas Rezende</name>
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    <updated>2024-09-26T16:38:38Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sustentabilidade educação ambiental: processos culturais em comunidade
Autor(es): Rodrigues, Fernanda Freitas Rezende
Resumo: O percurso da pesquisa visa a acompanhar os processos de uma comunidade intitulada Paneleiras de Goiabeiras e os movimentos das professoras junto a crianças de dois Centros Municipais de Educação Infantil de Vitória. Busca perceber como os saberesfazeres dessa comunidade, com suas tradições, conhecimentos e experiências próprias, tecem as redes com as escolas e estabelecem uma relação com a sustentabilidade. As orientações teóricometodológicas deste trabalho estão fundamentadas no uso da cartografia nos estudos de Gilles Deleuze, Felix Guattari e Virginia Kastrup, além da produção de narrativas e nos pressupostos da Educação Ambiental, como o uso de imagens que expressam situações, ideias e sentimentos das situações envolvidas na pesquisa e nas questões socioambientais, podendo ampliar o leque de possibilidades e interpretações acerca desse conhecimento. Os saberes, aliados aos movimentos e intensividades do plano da pesquisa, modificam a ideia de uma escola sustentável potencializando escolas com práticas de sustentabilidade. Essa comunidade conhecida por conta do ofício de fazer panelas pretas apresenta ligação íntima com a cultura capixaba e com a natureza, pois a argila é retirada de um antigo leito de rio, no Vale do Mulembá, e do manguezal da região de Goiabeiras, onde o casqueiro extrai o tanino da casca do mangue vermelho. Este estudo alia as fases de feitura da panela (extração, modelagem, alisamento, queima e açoite) a algumas das pistas da cartografia. Tais fases são atravessadas por todas as outras e, mesmo se constituindo numa ordem específica, demonstra que uma etapa pressupõe a outra, atrelada às redes da comunidade. Os movimentos cartografados dão conta de enunciar práticas de sustentabilidade que podem potencializar as redes de uma comunidade, criando novas aberturas que atravessam as escolas.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sistemas agroflorestais biodiversos: uma análise da sustentabilidade socioeconômica e ambiental</title>
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      <name>Camargo, Giseli Mendonça de</name>
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    <updated>2024-09-26T16:42:31Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sistemas agroflorestais biodiversos: uma análise da sustentabilidade socioeconômica e ambiental
Autor(es): Camargo, Giseli Mendonça de
Resumo: Os Sistemas Agroflorestais Biodiversos são apontados como uma forma de agricultura mais sustentável, e por este motivo constituem-se, como um importante instrumento na busca da garantia da segurança alimentar e nutricional, da conservação e melhoria ambiental e na luta contra a pobreza rural. Neste sentido procurou-se, com este trabalho, demonstrar a contribuição dos SAFs Biodiversos para a agricultura familiar do estado de Mato Grosso do Sul (MS). Para isso, analisou-se o nível de sustentabilidade socioeconômica e ambiental de 18 (dezoito) SAFs implantados nos municípios de Bonito, Bodoquena e Ponta Porã. Para a realização deste trabalho foi realizada pesquisa de campo para a coleta de dados, cujos resultados serviram de base para a análise do índice de sustentabilidade, elaborado através de um modelo de análise utilizado como instrumento de avaliação de SAFs biodiversos (INSSAFs). Os resultados demostraram que os SAFs analisados apresentam nível de sustentabilidade classificado como bom (0,63), os melhores índices foram alcançados nas dimensões ambiental e social, já a dimensão econômica demonstrou-se mais fragilizada. Os principais fatores limitantes identificados foram, a falta de assistência técnica adequada e periódica, a ausência de controle de despesas e receitas, o baixo nível de escolaridade dos agricultores e familiares, a baixa participação em entidades associativas e a ausência de agroindústrias. Como fatores positivos destaca-se a expressiva quantidade de serviços ambientais, redução da ocorrência de pragas e doenças nas culturas, a economia de recursos, diversificação da renda, a segurança alimentar e nutricional das famílias, autonomia da mão de obra familiar, o autoconsumo e a satisfação dos agricultores com a vida no campo. Os resultados demonstram que existe potencial de elevação do nível de sustentabilidade através do manejo e condução adequada dos SAFs, porém existe a necessidade da participação efetiva do setor governamental, através de políticas públicas que apoiem o desenvolvimento e a disseminação desse tipo de sistema, além da organização dos agricultores através de maior participação em entidades associativas.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A análise da validade da sustentabilidade ambiental enquanto uma competência organizacional</title>
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      <name>Dias, Bárbara Galleli</name>
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    <updated>2024-04-12T14:31:36Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A análise da validade da sustentabilidade ambiental enquanto uma competência organizacional
Autor(es): Dias, Bárbara Galleli
Resumo: O principal objetivo desta dissertação envolve a análise da validade da sustentabilidade ambiental enquanto uma competência componente da sustentabilidade organizacional. Para alcançá-lo, estabeleceu-se três objetivos específicos: identificar as bases conceituais e práticas da sustentabilidade, em específico, da sustentabilidade ambiental em contexto organizacional; descrever e justificar a vinculação da teoria da competência e do agir organizacional com a sustentabilidade ambiental; e, estabelecer e aplicar em contexto empírico as bases para análise da validade empírica da sustentabilidade sustentabilidade ambiental em contexto organizacional. A pesquisa é caracterizada como qualitativa, orientada por uma abordagem objetivista, exploratória e transversal. Os procedimentos metodológicos delineiam-se em duas principais etapas. A primeira etapa teve como estratégia a pesquisa teórica cujo procedimento técnico foi a revisão bibliográfica. Na segunda, empregou-se um instrumento para validação tomando três organizações como unidades de análise. Os dados foram obtidos via documentos, grupo de foco e entrevistas focalizadas. Estes foram analisados a partir da triangulação de métodos, partindo-se da análise documental e análise de conteúdo. Partindo do framework representativo dos processos necessários ao acontecimento da sustentabilidade organizacional (FRASOR), de Munck, Munck e Borim-de-Souza (2011b), nele foram feitos complementos teóricos, por meio da atribuição da coerência externa, da definição de entregas para os componentes do framework e da elaboração de um ciclo de aprendizagem para a formação de competências da sustentabilidade ambiental. Na etapa empírica, utilizou-se da adaptação de um ciclo interligado de validação qualitativa, que envolve cinco etapas: definição constitutiva e operacional; validade de construto (a qual envolve as validades de conteúdo e de face, e confiabilidade) e validade preditiva. A análise a partir do ciclo permitiu conceder empiricamente validade à sustentabilidade ambiental enquanto competência da sustentabilidade organizacional. Como em um "efeito cascata", a confirmação de uma categoria ratifica a outra. Assim as discussões teóricas, constatações, confirmações apresentadas ao longo da dissertação e as respostas aos objetivos específicos, confluiram na aferição da validade objetivada. Por fim, esta dissertação promove avanços frente ao já existente e oferece novas alternativas para se tratar a gestão da sustentabilidade ambiental nas organizações, pois aprimora a compreensão do fenômeno por meio da reflexão crítica do que já se tem explorado e a aproximada realidade da gestão organizacional.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aprendizagem ambiental: uma abordagem para a sustentabilidade</title>
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    <author>
      <name>Barros, Marlene Pagliaroni Becker de</name>
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    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/47</id>
    <updated>2024-09-24T14:36:26Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aprendizagem ambiental: uma abordagem para a sustentabilidade
Autor(es): Barros, Marlene Pagliaroni Becker de
Resumo: A presente pesquisa qualitativa constituiu-se em estudo de caso, cujo tema foi uma abordagem para a sustentabilidade, suas variáveis e as relações existentes com os temas transversais, aprendizagem e a percepção de novos valores, entre outros. A pesquisa teve como parceria o Parque Nacional do Iguaçu, situado em Foz do Iguaçu Pr., escolas municipais e estudantes do magistério do ensino médio. Os dados obtidos foram elaborados de forma quantitativa, classificados e posteriormente analisados. Os resultados destas análises permitiram identificar falhas no sistema educacional e cultural, relacionados ao tema, sugerindo contribuições para a solução dos problemas detectados. Como trata-se de estudo exploratório e portanto restrito à população pesquisada, os parâmetros utilizados e os resultados obtidos, devem ser considerados como tal, mantendo-se porém os objetivos propostos. A análise da prática ambiental necessária para atender aos temas transversais solicitados pelos PCN’s/MEC/CEF, as parcerias na educação pública e a preocupação com os problemas locais e globais, foram também objeto deste estudo. Concluiu-se que as preocupações relacionadas ao meio ambiente são constantes, porém com uma visão reducionista e desvinculada da realidade. Desta forma, é necessário que a educação evolua e aprimore os conceitos, adaptando-se para a modernidade, considerando ainda vários aspectos importantes e fundamentais à essas mudanças. Dentre eles, podemos citar: a interdependência com a economia cada vez mais globalizada, alianças com a colaboração de todos os segmentos da sociedade, grupos de pesquisas, organizações produtivas e governos, considerando-se os princípios dos recentes paradigmas da transversalidade. Somente desta forma será possível influir verdadeiramente para a mudança de atitudes, na percepção do que ocorre à nossa volta, acrescentado novos valores e, finalmente, fortalecer as políticas ambientais, cujos resultados certamente contribuirão para a formação de uma nova consciência mundial ao meio ambiente.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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