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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2025-12-30T10:29:38Z</updated>
  <dc:date>2025-12-30T10:29:38Z</dc:date>
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    <title>O potencial uso de resíduos de beneficiamento de rochas ornamentais como matéria-prima em argamassas e sua avaliação do ciclo de vida (ACV)</title>
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      <name>LEITE, F. R.</name>
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    <updated>2024-10-01T12:00:33Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O potencial uso de resíduos de beneficiamento de rochas ornamentais como matéria-prima em argamassas e sua avaliação do ciclo de vida (ACV)
Autor(es): LEITE, F. R.
Resumo: No Brasil, o uso de rochas ornamentais para acabamento na construção civil é bastante comum. O beneficiamento secundário dessas rochas, a partir do qual são obtidos os produtos finais, é realizado por marmorarias e gera resíduos em forma de lama. Esses resíduos podem causar impactos ao meio ambiente e à saúde humana. O presente trabalho teve como objetivo utilizar os resíduos de beneficiamento secundário de rochas ornamentais em argamassas para dar um destino mais adequado a eles e reduzir o consumo de recursos naturais. Neste trabalho foram utilizados dois tipos de resíduos: resíduo de corte (R1) e resíduo de polimento (R2) de chapas brutas de rochas ornamentais, coletados em uma marmoraria na cidade de Sorocaba, SP. Os resíduos foram secos em estufa, transformados em pó e caracterizados quanto à massa específica, teor de matéria orgânica, granulometria, composição e estrutura química (Espectroscopia de Raios X por Dispersão em Energia (EDS) e Difração de Raios X (DRX)) e morfologia (Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV)). Os dois tipos de resíduos foram incorporados, separadamente, em argamassas, utilizando-se o traço de 1:3 (cimento: areia), em massa, em substituição à areia em 10%, 20% e 30%. As argamassas com e sem os resíduos, no estado fresco, foram avaliadas quanto ao índice de consistência. Os corpos de prova prismáticos obtidos foram submetidos a ensaios físico-mecânicos, sendo que, aos 28 dias de cura, os resultados variaram entre: 2,7–5,3MPa na resistência à tração na flexão; 10,0–13,5MPa na resistência à compressão; 1735–2133kg/m³ na densidade aparente; 12,2–13,9% na absorção de água por imersão; 0,11–0,77 g/cm² na absorção por capilaridade; 23,0–25,6% no índice de vazios; 1,83–1,89 g/cm³ na massa específica seca e 2,08–2,12 g/cm³ na massa específica saturada. Todos os resultados foram analisados estatisticamente por análise de variância (ANOVA) para o intervalo de confiança de 95%. Os resultados mostraram que não houve diferença significativa para as propriedades físico-mecânicas analisadas, com exceção da resistência à compressão para a adição de 30% de R2 e absorção por capilaridade para todas as composições avaliadas. Além disso, realizou-se uma Avaliação do Ciclo da Vida (ACV) da produção cradle-to-gate das argamassas sem os resíduos e com os resíduos em substituição à areia e também em substituição ao cimento a fim de comparar os impactos potenciais associados a cada uma das substituições. O software OpenLCA 1.6.3 foi utilizado para modelar a ACV e os dados foram retirados dos bancos de dados SICV Brasil e ecoinvent, da literatura e de dados laboratoriais. O método escolhido para avaliar os impactos ambientais do ciclo de vida foi o CML (baseline) [v4.4, January 2016], midpoint, onde 8 categorias de impacto foram consideradas. Os resultados da ACV mostraram que os menores impactos potenciais ocorreram para a adição de 30% de R1 e R2 nas argamassas, com destaque para a redução de impactos para a categoria de depleção de recursos fósseis. Por fim, concluiu-se que os resíduos de beneficiamento secundário de rochas ornamentais podem ser utilizados como agregados em argamassas, sem alterar significantemente as propriedades físico-mecânicas, e ainda podem contribuir para a redução dos impactos ambientais na perspectiva de ciclo de vida de produto.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do ciclo de vida da brita para a construção civil: estudo de caso</title>
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      <name>ROSSI, E.</name>
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    <updated>2024-10-29T17:43:40Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação do ciclo de vida da brita para a construção civil: estudo de caso
Autor(es): ROSSI, E.
Resumo: A construção civil é uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento econômico e social, entretanto comporta-se também como uma grande geradora de impactos ambientais. Os agregados da construção civil perfazem os insumos minerais mais consumidos no mundo, dentre eles enquadram-se a brita, a areia e o cascalho. Cerca de 60 a 80% do volume de concreto é composto pelos agregados e a brita destaca-se devido à sua extensa utilização. Este trabalho tem por objetivo realizar a Avaliação do Ciclo de vida (ACV) da brita na produção de concretos para a construção civil, por meio da identificação e discussão de indicadores quantitativos das etapas de extração, beneficiamento, armazenagem, transporte, uso e disposição final. No desenvolvimento da metodologia foram utilizadas as recomendações normativas das NBR 14040 e 14044, em que há a divisão do estudo em quatro partes: Definição de objetivo e escopo; Análise de inventário do ciclo de vida (ICV); Avaliação do impacto do ciclo de vida (AICV) e Interpretação. Os maiores impactos correspondem às seguintes categorias: Toxicidade humana (solo), Acidificação, Eutrofização e Aquecimento Global. Os resultados permitem afirmar que as etapas críticas de todo o ciclo de vida da brita são, em ordem decrescente: Extração, Transporte do beneficiamento aos caminhões e Disposição final. As emissões provenientes dessas etapas críticas correspondem àquelas de maior consumo de combustível. Como alternativas para mitigar e minimizar esses impactos propõe-se a manutenção preventiva dos equipamentos e o investimento em tecnologias que permitam a utilização de combustíveis menos poluentes, tais como o S50, S10, biodiesel e outros biocombustíveis.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do ciclo de vida (ACV) dos concretos compostos com agregados graúdos de construção e demolição em diferentes teores de substituição</title>
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      <name>TONON, D. C. da S.</name>
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    <updated>2024-10-01T11:06:34Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação do ciclo de vida (ACV) dos concretos compostos com agregados graúdos de construção e demolição em diferentes teores de substituição
Autor(es): TONON, D. C. da S.
Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido com objetivo de realizar uma Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), analisando a influência da utilização do Resíduo de Construção e Demolição (RCD) como Agregado Reciclado de Concreto (ARC) em diferentes teores de substituição por agregado natural. A mitigação dos danos causados pelos resíduos da construção e demolição (RCD) tem-se mostrado uma excelente alternativa na redução do impacto ambiental, causado pela atividade extrativista de recursos naturais, a fim de satisfazer as necessidades da construção civil. Uma das maneiras de contribuir para esta redução é a incorporação desses resíduos na produção de concretos. Para este trabalho serão produzidas amostras de concretos com teores 0%, 25%, 50%, 75% e 100% de substituição de brita basáltica por RCD, utilizando o cimento Portland de Alta Resistência Inicial (CPV) e será realizada uma análise de sensibilidade em dois cenários diferentes com distâncias de transporte distintas. O objetivo desta pesquisa é realizar a avaliação de ciclo de vida dos concretos produzidos com RCD e compará-los ao concreto convencional.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Inclusão dos impactos dos resíduos plásticos no ambiente marinho em avaliação de ciclo de vida.</title>
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      <name>CASAGRANDE, N. M.</name>
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    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/252</id>
    <updated>2024-10-01T10:50:39Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Inclusão dos impactos dos resíduos plásticos no ambiente marinho em avaliação de ciclo de vida.
Autor(es): CASAGRANDE, N. M.
Resumo: Em estudos de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), é comum considerar de modelagem de fim-de-vida de produtos plásticos em aterro sanitário, reciclagem ou incineração. Por outro lado, faltam indicadores de impacto ambiental que contabilizem os danos de detritos plásticos descartados de forma inadequada. Diante disto, o objetivo deste estudo foi estabelecer bases para inclusão da carga ambiental de resíduos plásticos pós-consumo presentes nos oceanos em estudos de ACV. Como metodologia foi realizada, primeiramente, uma revisão sistemática em estudos de caso em ACV identificando os destinos finais, categorias de impacto de ponto médio (midpoint) e final (endpoint) modelados para plásticos comuns: Polietilenos (PE), Poli (tereftalato de etileno) (PET), Polipropileno (PP), Poliestirenos (PS) e Poli (cloreto de vinila) (PVC). Após, a compreensão do cenário geral de geração e gestão de resíduos plásticos foi evidenciada uma grande parcela de resíduos que seguem para o meio marinho por descarte inadequado. Com isto indicou-se os pathways dos macroplásticos e microplásticos até chegarem aos oceanos e a proporção estimada de entrada de carga anualmente. A partir dos valores encontrados sugeriu-se em nível de inventário (ICV), uma nova definição de fim-de-vida, contabilizando 11,6% dos resíduos pós-consumo para cenário sem gestão e o número de 3,2% tendo como destino os oceanos. Na fase seguinte, Avaliação de Impacto de Ciclo de Vida (AICV), realizou-se a identificação dos impactos potenciais provocados pela presença de detritos plásticos no meio marinho e logo após, a associação destes com os modelos de caracterização em categorias de impacto do método ReCiPe. Assim, indicou-se incluir contaminação química e ocupação de espaço marítmo, em Toxicidade e Uso da Terra, a partir do desenvolvimento de novos modelos de caracterização. Os impactos de Ingestão e Emaranhamento necessitam da criação de uma nova categoria de impacto, enquanto que o impacto de Formação de biofilmes não é considerado relevante para a ACV neste momento. Por fim, quando na modelagem deste sistema de produto pela metodologia de ACV abrangendo o novo cenário proposto, os resultados finais e os potenciais impactos ambientais tendem a sofrer alterações significativas de cargas ambientais para este sistema de produto.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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