<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Communidade: A comunidade de sustentabilidade ambiental da Biblioteca Digital do Lis disponibiliza um acervo sobre a importância vital dos recursos naturais para a saúde do planeta e a forma com que são utilizados pela sociedade.</title>
  <link rel="alternate" href="https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/1" />
  <subtitle>A comunidade de sustentabilidade ambiental da Biblioteca Digital do Lis disponibiliza um acervo sobre a importância vital dos recursos naturais para a saúde do planeta e a forma com que são utilizados pela sociedade.</subtitle>
  <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/1</id>
  <updated>2026-01-05T21:54:04Z</updated>
  <dc:date>2026-01-05T21:54:04Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Contradições entre o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade: uma análise do desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo</title>
    <link rel="alternate" href="https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/92" />
    <author>
      <name>Bernardi, André Felipe</name>
    </author>
    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/92</id>
    <updated>2024-04-16T18:00:42Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Contradições entre o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade: uma análise do desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo
Autor(es): Bernardi, André Felipe
Resumo: Este trabalho tem como objetivo explicitar e unir as questões climáticas e ambientais dentro do debate econômico e as implicações econômicas dentro do debate ambiental e climático. A questão ambiental e seus impactos são irrevogavelmente uma causa importante e essencial para o estudo econômico e o modelo econômico e sistema produtivo contemporâneo são fundamentais para a melhor compreensão e manuseio da crise ecológica presente no planeta. Existem diversos os impactos econômicos derivados da manutenção da crise climática e diversas são as alterações ecológicas protagonizadas pela economia. Logo esta monografia tem o intuito de demonstrar como a economia e a ecologia, mesmo sendo duas ciências completamente diferentes, tem questões em comum que devem ser encaradas, estudadas e debatidas em conjunto. A economia deve ter um olhar mais ecológico em suas ações e a ecologia deve se atentar ao modelo econômico que a compõe. Por meio da análise de diversos dados, pesquisas, leituras (de autores economistas e ecólogos), instituições e órgãos públicos, com posturas, ideologias e metodologias distintas, abordando a questão ambiental em suas produções foi possível fazer uma grande síntese de como está o debate ambiental e sua relação econômica no Brasil e, em conjunto, analisar quais práticas o país está adotando em relação ao desenvolvimento sustentável tão almejado</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Sustentabilidade educação ambiental: processos culturais em comunidade</title>
    <link rel="alternate" href="https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/64" />
    <author>
      <name>Rodrigues, Fernanda Freitas Rezende</name>
    </author>
    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/64</id>
    <updated>2024-09-26T16:38:38Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sustentabilidade educação ambiental: processos culturais em comunidade
Autor(es): Rodrigues, Fernanda Freitas Rezende
Resumo: O percurso da pesquisa visa a acompanhar os processos de uma comunidade intitulada Paneleiras de Goiabeiras e os movimentos das professoras junto a crianças de dois Centros Municipais de Educação Infantil de Vitória. Busca perceber como os saberesfazeres dessa comunidade, com suas tradições, conhecimentos e experiências próprias, tecem as redes com as escolas e estabelecem uma relação com a sustentabilidade. As orientações teóricometodológicas deste trabalho estão fundamentadas no uso da cartografia nos estudos de Gilles Deleuze, Felix Guattari e Virginia Kastrup, além da produção de narrativas e nos pressupostos da Educação Ambiental, como o uso de imagens que expressam situações, ideias e sentimentos das situações envolvidas na pesquisa e nas questões socioambientais, podendo ampliar o leque de possibilidades e interpretações acerca desse conhecimento. Os saberes, aliados aos movimentos e intensividades do plano da pesquisa, modificam a ideia de uma escola sustentável potencializando escolas com práticas de sustentabilidade. Essa comunidade conhecida por conta do ofício de fazer panelas pretas apresenta ligação íntima com a cultura capixaba e com a natureza, pois a argila é retirada de um antigo leito de rio, no Vale do Mulembá, e do manguezal da região de Goiabeiras, onde o casqueiro extrai o tanino da casca do mangue vermelho. Este estudo alia as fases de feitura da panela (extração, modelagem, alisamento, queima e açoite) a algumas das pistas da cartografia. Tais fases são atravessadas por todas as outras e, mesmo se constituindo numa ordem específica, demonstra que uma etapa pressupõe a outra, atrelada às redes da comunidade. Os movimentos cartografados dão conta de enunciar práticas de sustentabilidade que podem potencializar as redes de uma comunidade, criando novas aberturas que atravessam as escolas.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Geografia política e gestão internacional dos recursos naturais</title>
    <link rel="alternate" href="https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/63" />
    <author>
      <name>Ribeiro, Wagner Costa</name>
    </author>
    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/63</id>
    <updated>2024-09-24T13:58:16Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Geografia política e gestão internacional dos recursos naturais
Autor(es): Ribeiro, Wagner Costa
Resumo: Combinar ideias de autores clássicos da geografia política com autores contemporâneos permite analisar temas ambientais em uma escala internacional. Para regular os diversos interesses em jogo, foram criadas convenções internacionais sobre o ambiente, que oferecem novas formas de intercâmbio, comércio e cooperação entre países. Mas a assimetria das relações entre as partes aponta para a necessidade de discutir soberania, sustentabilidade e segurança ambiental, conceitos centrais que sustentam a ordem ambiental internacional, o conjunto de acordos multilaterais sobre o ambiente. Por isso, é fundamental analisar as matrizes teóricas dos conceitos citados combinados com convenções internacionais elaboradas em reuniões de Cúpula, como as de Estocolmo, do Rio de Janeiro e a de Joanesburgo, para reforçar o diálogo na resolução de problemas internacionais.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Áreas (des)protegidas do Brasil: as estâncias hidrominerais</title>
    <link rel="alternate" href="https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/62" />
    <author>
      <name>Ninis, Alessandra Bortoni</name>
    </author>
    <id>https://bdlis.ibict.br/jspui/handle/lis/62</id>
    <updated>2024-04-16T17:45:17Z</updated>
    <published>2008-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Áreas (des)protegidas do Brasil: as estâncias hidrominerais
Autor(es): Ninis, Alessandra Bortoni
Resumo: O presente texto discute a vulnerabilidade das estâncias hidrominerais brasileiras frente à expansão do mercado de águas minerais engarrafadas. Mostra como o isolamento entre as estâncias e as suas águas minerais, de um lado, e as políticas brasileiras de preservação ambiental, como a Política Nacional de Recursos Hídricos e a política de unidades de conservação, coloca em risco a sustentabilidade da produção hídrica, o turismo e os padrões de vida das comunidades residentes nestas estâncias.</summary>
    <dc:date>2008-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

